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Pará/Brasil

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Como bem disse Caetano, em “Sampa”: “É que Narciso acha feio o que não é espelho...”



Conceito de Narcisismo:

"A palavra é derivada da Mitologia Grega. Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava. Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento.

Em psicologia e psiquiatria, o narcisismo muito excessivo é o que dificulta o individuo a ter uma vida satisfatória, é reconhecido como um estado patológico e recebe o nome de Transtorno de personalidade narcisista. Indivíduos com o transtorno julgam-se grandiosos e possuem necessidades de admiração e aprovação de outras pessoas em excesso. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Narcisismo)"

É público e notório que os agentes políticos, principalmente aqueles que almejam um cargo eletivo, via de regra, possuem uma necessidade incontrolável de propagar a própria imagem. Até aí, tudo normal.
Porém, existem aqueles que não se contentam com a “simples” divulgação de sua imagem e partem em busca de algo mais, do “plus”. Nessa eterna busca pelo culto à imagem, muitos ultrapassam o limite do aceitável e deitam-se na teia do ridículo.
A obsessão é tanta que muitas vezes os trabalhos diários relacionados às atividades da administração ficam em segundo ou terceiro planos em detrimento de reuniões que visam o culto à personificação da imagem do chefe maior.
Para esses mandatários, é mais importante o trabalho relacionado à publicidade de sua própria imagem do que aquele pertinente ao bom desenvolvimento da administração pública.
Enquanto determinados chefes políticos perdem tempo com essa vaidade exacerbada, quem paga o preço é a população que se vê refém do emperramento da máquina administrativa por conta daquele, muitas vezes, não conseguir executar ações múltiplas ao mesmo tempo.

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