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Pará/Brasil

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Quem Comeu Meu Queijo?????

Nem tudo está perdido...

Júnior Fernandes, Secretário de Saúde de Redenção
Apesar de ser sua primeira experiência no posto mais alto de uma importante secretaria, Junior Fernandes, Secretário Municipal de Saúde de Redenção, vem se destacando e surpreendendo muitos céticos que acreditavam que o mesmo não suportaria esse peso sobre os ombros.
Apesar do pouco tempo a frente da pasta, Junior Fernandes já conseguiu boas articulações no campo da saúde pública como se veterano fosse. Sabedor que é de naturais resistências, Júnior vem tentando, com êxito, esquivar-se das mesmas com trabalho e a devida sensibilidade de quem conhece os dissabores daqueles que se dedicam à árdua e eterna luta pela melhoria da saúde pública.
Afinal de contas, a sonhada “humanização da saúde pública” começa pela valorização dos servidores públicos.
Parabéns e boa sorte, Secretário.   

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Eleições 2012: Pedro Tindô é candidato a vereador em Redenção

Pedro Tindô, Secretário de Agricultura de Redenção
Pedro Martins Barros, ou simplesmente “Pedro Tindô”, Secretário de Agricultura de Redenção, é mais um forte pré-candidato a vereador para as Eleições 2012.
Pedro Tindô tem uma longa história no sul do Pará e quem o conhece conta histórias interessantes retiradas do fundo do baú. Pedro tem seu nome gravado na história política da região e muito contribuiu para o desenvolvimento da mesma.
Muito trabalhador, Pedro desenvolve seu trabalho à frente da Secretaria de Agricultura de Redenção com muita dedicação e eficiência. Nas Eleições 2008 ficou na primeira suplência do PTB, mas o trabalho desenvolvido nos últimos anos deve levá-lo a ocupar uma cadeira na Casa de Leis de Redenção no pleito que se aproxima.
Obtendo êxito, com certeza, Tindô tem muito a contribuir com o parlamento municipal de Redenção onde, inclusive, já garantiu cadeira em legislaturas passadas.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Da Redivisão do Estado do Pará (Parte II)

Muro de Berlim. Símbolo da Guerra Fria

...prosseguindo com o raciocínio sobre a redivisão do Estado do Pará, muitos paraenses, em especial os belenenses, são ludibriados a acreditar que a multiplicação do Estado fará com que um muro de Berlim, ou mesmo a muralha da China, será construído entre o Pará remanescente e os novos Estados criados, como se houvesse uma separação dos povos e das oportunidades que surgirão.
Pelo contrário, as principais oportunidades que nascerão com a redivisão do atual gigantesco Estado do Pará serão absorvidas pelos que tiverem melhores condições técnicas, fora os cargos políticos, é claro, que existem independentemente da divisão.
Atualmente, sem sombra de dúvida, o principal centro formador de mão de obra qualificada no Pará é a capital, Belém, e assim será por um longo período, mesmo com a concretização da redivisão, posto que os resultados das mudanças nos novos Estados ocorrerão paulatinamente.
Nós, belenenses, levaremos larga vantagem, no quesito qualificação profissional, sobre as oportunidades profissionais que surgirão com os novos Estados do Tapajós e Carajás. Mas na opinião do Blog essa evidente vantagem não deve ser o motivo pelo qual nós, belenenses, devemos apoiar a redivisão do nosso amado Pará.


Grande Muralha da China é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial

É, no mínimo, insensato acreditar que amamos o Pará porque ele é “grande”. Ora, a maioria dos paraenses nunca conheceu os municípios que escapam da área metropolitana e nordeste do Pará, logo, não conhece o sofrimento das demais comunidades.
Muito mais importante do que “amar” um estado grande, territorialmente falando, é amar os irmão que se dedicam a cuidar de parte desse gigantesco Estado, visto que, sem essa dedicação, com toda certeza, até os dias atuais, muita coisa não teria mudado e ainda estaríamos respirando ares coloniais em pleno século XXI. Certo é que muitos de nós belenenses nunca abrimos mão do “conforto” da capital para nos dedicar ao interior do nosso Pará.
A redivisão não será o vilão do Pará porque irá retirar as “minas de ouro” como querem fazer acreditar alguns defensores da perpetuação da miséria do atual Estado. Aliás, quantos belenenses possuem, sequer, um alqueire de terra nas regiões do Carajás e Tapajós? Com certeza, pouquíssimos.
Pelo que se vê, a resistência em continuar com um estado gigante em sua geografia não parece ser a coisa mais sensata, principalmente porque nós, de Belém, quando nos manifestamos contrários à redivisão, quase sempre, justificamos apenas que é pelo fato de querermos o nosso ‘amado’ Pará grande como ele é atualmente. Mas, sinceramente, o que significa para nós, belenense, essa “grandiosidade territorial do Pará”?
O lucro resultante da tão falada riqueza mineral existente nessas regiões é privilégio de pouquíssimos mortais. Para a população, ficam apenas os buracos e míseros afagos como recompensa e algumas obras beneficentes para amenizar as mazelas sociais que esses centros atraem com a constante migração.
Por sinal, na prática, quando as empresas mineradoras querem fazer a política de boa vizinhança com a administração local (prefeitura), quase sempre, “sugerem”, ao dar a sua contribuição financeira, as obras que gostariam de ver em execução. Ou seja, há um jogo de faz de contas, onde as empresas fazem de conta que ajudam e as prefeituras fazem de conta que são ajudadas.
Em verdade, o que acaba acontecendo é apenas uma transferência de responsabilidade na execução das obras, onde a prefeitura faz o serviço que beneficiará as próprias mineradoras, como o asfaltamento de ruas e a recuperação das estradas vicinais, sempre indicadas pelas próprias empresas.
Pois bem, voltando ao foco principal, o personagem mais importante em qualquer lugar desse mundo é sempre o ser humano. É pra ele, ou melhor, para nós, que precisamos voltar nossas atenções.
Quando sustentam que o Pará é lindo porque é grande, verifica-se que a desinformação impera, pois há tempos nós, paraenses, não somos donos da maioria das terras que aqui existem. É utopia, ao olhar o mapa do atual Pará, acreditar que toda essa dimensão geográfica pertence ao povo paraense. Longe disso. Meia dúzia de grandes latifundiários somado com meia dúzia de empresas que investem seu capital em terras são os verdadeiros donos dessa grande área territorial.
Redividir o Pará, com certeza, não mudará a realidade das regiões emancipacionistas do dia para noite, como num passe de mágica, porém, certo é que do jeito que está atualmente gerações e gerações padecerão com a inevitável ausência do poder público.
Em tempos de plebiscito, o discurso pela “melhor redistribuição dos recursos financeiros” é externado com muita facilidade, o grande problema é vê-lo se transformar em realidade. Por mais que se tente demonstrar o aumento de investimentos nas regiões em destaque, através de números frios postos por quem tem interesse, na prática, o que se vê são regiões muito distantes de iniciar o seu desenvolvimento, salvo raras exceções.
Nos últimos anos, fora a lacuna administrativa do Governo da ex-governadora Ana Júlia, o Estado conseguiu dar contribuições significativas em boa parte do Pará, com ênfase para os principais centros. O Governador Simão Jatene obteve do povo o reconhecimento do seu trabalho no primeiro mandato e o fez retornar ao cargo de chefe do Poder Executivo Estadual. Porém, embora se reconheça o esforço e competência do Governador e sua equipe, os desafios encontrados por aqui são humanamente impossíveis de serem contornados à tamanha distância como acontece nos dias atuais.
Belém, como centro do poder que é, possui, por si só, um gigantesco leque de mazelas que os Poderes Públicos Municipal, Estadual e Federal ainda não deram conta de resolver, logo, pergunta-se, se nem a capital que é o próprio centro do poder, que possui os maiores investimentos externos, que possui a maior receita do Estado, não consegue eliminar suas deficiências básicas quais expectativas os povos das regiões emancipacionistas podem ter de que agora o Estado conseguirá resolver os seus problemas mais elementares???
Infelizmente, o interior do Estado continuará sendo por muitos e muitos anos um “celeiro de problemas” para o Governo Estadual justamente pela falta de investimentos. Falo de investimento e não sobras financeiras. O prefeito de Belém, quando perguntado sobre a inoperância da rede de saúde pública municipal, já possui um discurso ensaiado ao dizer que o problema vem do interior, pois tudo deságua nos hospitais municipais de Belém.
Divergências à parte, o seu discurso, mesmo ensaiado e repetitivo, faz sentido sim. No extremo sul do Pará, quando alguém adoece gravemente e o hospital regional não pode atendê-lo, a primeira iniciativa a ser tomada é levar para Belém ou para cidades dos Estados vizinhos que possuem melhor infra-estrutura, sendo os Estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins os que mais atendem os enfermos dessa região do Pará.
O custa da viagem do sul do Pará até Belém é altíssimo. O doente precisa, ainda, demonstrar uma resistência fora do normal para encarar a distância e os buracos na estrada até Belém, mesmo na parte federalizada que liga Redenção à Marabá (BR 155), sendo o restante do percurso consequência do abandono da administração estadual passada que ainda reflete sobre a região.
Trazer o centro do poder para mais perto da população local é fundamental, inclusive, para que se cobrar mais e melhor. Sentir a realidade é elementar para que se possam encontrar as soluções mais adequadas para cada situação. Medidas paliativas e à longa distância não resolvem os problemas crônicos das regiões.
Os exemplos citados acima são apenas algumas das inúmeras deficiências encontradas nas regiões sul e sudeste do Pará. Fazer esse debate chegar até a capital já vai fazer valer a pena o plebiscito de dezembro.
Por essas e outras é que o Blog vota SIM.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Eleições 2012: Mário Moreira é pré-candidato a prefeito em Redenção

Mário Moreira

Mário Moreira (PTB), ex-deputado estadual, ex-prefeito de Redenção por dois mandatos e atual Diretor Geral da ADEPARÁ, é um forte pré-candidato a prefeito de Redenção nas Eleições 2012.
Nas Eleições 2010, Mário foi candidato a deputado estadual pelo PTB e ficou na segunda suplência com 24.322 votos, sendo 12.467 votos somente em Redenção, o mais votado na Cidade.
A votação total obtida foi maior do que oito (8) deputados eleitos, porém, devido à equação matemática utilizada para se atingir o quociente eleitoral, Mário não foi eleito, mas mostrou nas urnas que ainda é uma forte liderança regional e, principalmente, municipal.


Governador Simão Jatene, Carlos Xavier e Zenaldo Coutinho ouvindo atentamente as
explicações técnicas de Mário Moreira durante evento da campanha contra a febre Aftosa

Apesar da expressiva votação dentro de sua principal base eleitoral (Redenção), a candidatura de Mário Moreira, que foi erguida com a ajuda de inúmeros guerreiros colaboradores, muitas vezes anônimos, foi extremamente prejudicada pelo altíssimo índice de rejeição do atual prefeito Wagner Fontes, que era, até a metade da Eleição, um aliado da candidatura de Mário Moreira.
Inevitavelmente, a carga negativa atrelada à imagem do prefeito Wagner Fontes, devido à inércia administrativa que engessava e ainda engessa o desenvolvimento de Redenção, contaminou a candidatura de Mário e inviabilizou uma votação ainda mais expressiva que, fatalmente, o levaria a assumir uma cadeira na Assembléia Legislativa do Estado do Pará.
Porém, mesmo não alcançando a cadeira na ALEPA, Mário recebeu do Governador eleito, Simão Jatene, a missão de comandar a ADEPARA e ajudar o atual Governo a reestruturar o Estado. Contudo, Mário não foi convidado para assumir a importante missão de comandar a Agência de Defesa Agropecuária do Pará tão somente pelo fato de ter sido o mais votado da região sul do Estado, mas, principalmente, pelos critérios técnicos que envolvem a pasta.

Mário Moreira é agrônomo formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, tem experiência administrativa e goza de excelente conceito como administrador junto ao Governo Estadual, uma vez que ficou a frente da prefeitura de Redenção por oito anos e possui, até hoje, o maior leque de obras realizadas na Cidade, não possuindo nenhuma conta desaprovada.


Governador Simão Jatene e Mário Moreira

O pleito de 2010, ao que parece, serviu como divisor de águas e separou de forma cristalina grupos que, até então, andavam de mãos dadas em Redenção. É certo que alguns personagens ainda preferem não acreditar no inevitável e torcem para que tudo não passe de mais um “desentendimento”.
Com apenas 8 meses a frente da ADEPARA, Mário vem se destacando a frente da Agência e já conseguiu cumprir missões que naturalmente iriam requerer um tempo bem maior. A desenvoltura de Mário, inerente à sua pessoa, desperta no Governo Estadual o interesse em tê-lo novamente no ninho tucano, não apenas como membro do PTB, que faz parte da base aliada, mas dentro do próprio PSDB.
Como já falado aqui no Blog, um dos principais interesses do PSDB nas Eleições 2012 é refazer suas bases municipais e Redenção é uma cidade estratégica dentro desse planejamento tucano.
A grande questão é que Mário é segundo suplente do PTB e o deputado Tião Miranda concorrerá à prefeitura de Marabá com chances reais de êxito. Nesse caso, caso Tião seja eleito, Mário subirá para a primeira suplência. Ocorre que o atual primeiro suplente, o ex-deputado Joaquim Passarinho, é Secretário de Obras. Assim, tanto Mário, como Joaquim, caso esse queira permanecer na secretaria, podem assumir a cadeira na ALEPA. Resumindo, a questão é jurídica.
Mário Moreira está, atualmente, no PTB, mesmo partido do prefeito de Redenção, Wagner Fontes, que é candidato a reeleição. A situação é delicada. Acreditar que Wagner tenha o discernimento político mais sensato, para que o PTB não perca o poder em Redenção, e abra mão da reeleição visando um projeto maior, de grupo, provavelmente não seja o caminho mais adequado a seguir. Pelo contrário, “projeto maior”, “grupo”, nunca foram o forte do prefeito Wagner Fontes, talvez seja por isso a separação dos grupos locais.
Certo mesmo é que Mário desponta como fortíssimo candidato a prefeito de Redenção para as Eleições 2012 e, ao que tudo indica, é o único candidato que consegue agregar um maior número de opositores à atual gestão municipal.
Experiência, credibilidade, simplicidade e carisma são algumas das qualidades que Mário tem atrelado à sua imagem, que o fazem um líder natural, sem artificialidade, sem movimento e gestos repetitivos como se fosse um “andróide performático”.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Prefeito Valber Milhomem (PSB), de Bannach, promove I Encontro da Agricultura Familiar

Dep. Bernadete (PT), Edson Bonneti e Prefeito Valber Milhomem



Visando o fortalecimento da agricultura familiar, o prefeito de Bannach, Valber Milhomem (PSB), promoveu no último domingo, dia 14 de agosto, o I Encontro da Agricultura Familiar do PA Araguaxim II.
O evento contou com a presença da Deputada Bernadete (PT), do superintendente do INCRA de Marabá, Edson Luiz Bonetti, do vice-prefeito Zé Antônio (PTB), vereadores da base aliada do Prefeito, assim como outros agentes políticos conhecedores do tema.
Um dos momentos mais esperados do encontro foi a fala do superintendente do INCRA, Senhor Bonetti, sobre a verdadeira história da ponte localizada no PA Araguaxim II.
Bonatti esclareceu que devido alguns problemas burocráticos internos, o Incra não repassou à Prefeitura de Bannach a outra parte da verba que faltava para conclusão da ponte.
Bonatti deixou claro que a não conclusão da ponte do PA Araguaxim II se deu pelo não repasse do recurso financeiro de responsabilidade do INCRA à Prefeitura de Bannach e que qualquer outra versão dos fatos não passava de jogo político.
O evento, mesmo sendo realizado no dia dos pais, recebeu um grande número de pessoas. Todas permaneceram até o fim do encontro ouvindo atentamente sobre o que já foi, o que está, e o que será feito dentro da seara da agricultura familiar. A presença indígena também foi significativa.

Rio Maria clama por delegado

Há mais de um ano o Município de Rio Maria está sem delegado. Dois escrivães revezam-se nos trabalho da delegacia juntamente com uma servente que cuida da limpeza do local.
Quando a coisa esquenta, o escrivão de plantão pede socorro a algum delegado de Redenção que, com 100 km de distância, limita-se a dar orientações via telefone.
A população local conta com a sensibilidade do Governo estadual e solicita à Secretaria de Segurança Pública que regularize a situação antes que algo de pior aconteça.

A Cidade de Redenção pede socorro!!!



Como é de praxe de muitos administradores municipais, a culpa da inoperância administrativa, vez sim, vez também, recai sobre as permanentes chuvas.
Debruçando-se sobre esse argumento, muitos prefeitos, despreparados por natureza, acreditam que recebem o perdão popular durante os seis meses do inverno paraense.
Durante o período chuvoso, pão e vinho são distribuídos à plebe numa tentativa de acalmá-la.
O grande problema é que, ao findar as chuvas, a inércia continua igualmente como dantes, sem que uma molécula seja movida para mudar a triste realidade do município.
Em Redenção, sul do Pará, a realidade é justamente essa. Inércia administrativa total.
Cansados de esperar pelo poder público municipal, moradores reúnem-se e com recursos próprios passam a fazer a parte que deveria ser da prefeitura.

As fotos acima servem como exemplo do que fora dito acima e demonstram a angústia popular pela qual passa a população de Redenção.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O clima esquenta no PDT

Deputado Giovanni Queiroz e Vereadora Tereza Coimbra
Nos bastidores políticos fala-se que o clima está tenso dentro do PDT.
As discordâncias internas, o que, em tese, é normal dentro de partidos políticos, chegaram ao nível máximo fazendo com que integrantes antigos da legenda procurassem a nacional para gerenciar os conflitos no diretório do Pará.
O grande problema é que os conflitos são justamente entre alguns grupos e o presidente estadual, o Deputado Federal Giovanni Queiroz, líder do PDT na Câmara Federal, eleito por unanimidade, ou seja, goza de grande prestígio junto aos seus pares e perante a nacional.
Tereza Coimbra, vereadora do PDT em Belém, estaria, inclusive, articulando-se junto ao PTB, presidido pelo prefeito Duciomar Costa, para migrar para a legenda, pois teme não ter garantida a sua vaga no PDT nas próximas eleições municipais.
Ao que tudo indica, a saída deve ser em bloco, ou seja, além da Vereadora, estariam saindo os dois deputados estaduais, Pio X e Fernando Coimbra, além de outros integrantes antigos na legenda, inclusiva boa parte das lideranças da juventude pedetista.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A diretoria do PTB de Pau D’arco reúne para iniciar os debates sobre as Eleições 2012

Na noite de terça-feira, 09, o PTB de Pau D’arco reuniu parte da diretoria e alguns pré-candidatos no mesmo local onde o então pré-candidato ao governo do Estado, Simão Jatene, hoje Governador do Pará, reuniu com a população local.
A ideia do PTB é promover reuniões com seus correligionários em todas as cidades do sul e sudeste do Estado para apresentar um novo modelo de gestão partidária, onde a diretoria regional participará mais ativamente da vida político-partidária de suas comissões municipais.
O objetivo é estreitar o relacionamento entre diretoria estadual e as comissões municipais. O desafio é grande devido o tamanho continental que tem o Estado do Pará, mas é certo, também, dentro do próprio Partido, que é preciso mudar a atual forma de atuação, ou então, o PTB perderá muito de seu quadro atual.
Como já fora relatado aqui no Blog - A Dança das Cadeiras I e A Dança das Cadeiras II - o PTB já perdeu, devido o assédio de outros partidos, principalmente do PSDB, muitos pré-candidatos a prefeito. Por sorte, alguns dos assediados, mesmo tendo um ótimo relacionamento com o próprio Governador, preferiram continuar na legenda petebista por já possuir uma longa história dentro do Partido.
Outro comentário interessante que o Blog ouviu de alguns assediados petebistas que declinaram do convite do PSDB foi o fato de que durante a campanha eleitoral de 2010 os votos obtidos pelas lideranças do PTB serviram para a vitória do então candidato Simão Jatene, do PSDB. Então, pergunta-se, será que a vitória dessa mesma liderança, que até outro dia estava empenhada diuturnamente na eleição do atual Governador, não é interessante para o Governo, mesmo sendo de sua base aliada, só pelo fato de ser de outro partido???
Na reunião, em Pau D’arco, também estava presente o Senhor Maurício, pré-candidato a prefeito pelo PMDB, que, ao final, aproveitando o ensejo, pediu o apoio do Partido na empreitada que pretende enfrentar no pleito municipal que se aproxima.
A diretoria do PTB agradeceu e ouviu atentamente a palavra do Sr. Maurício e informou que, em momento oportuno, decidirá que rumo tomará nas Eleições municipais de 2012, em Pau D’arco.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PTB tem pré-candidato a prefeito em Breu Branco


        O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), de Breu Branco, já tem pré-candidato ao cargo majoritário para as Eleições 2012. Adimilson Mezzomo deve ser o nome indicado pelo PTB para disputar o próximo pleito municipal.

        Defensor incansável da então candidatura de Simão Jatene, durante as Eleições 2010, Mezzomo, atualmente, está a frente da regional da ADEPARA de Tucuruí para ajudar o Governo na reestruturação do Estado.

        Adimilson, mesmo sendo convidado para migrar para outras legendas, decidiu permanecer no PTB por já ter uma longa história no Partido. Em Breu Branco, sua imagem está diretamente atrelada à legenda petebista.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PSC de Cumaru do Norte tem pré-candidato a prefeito para 2012


Vereador Zé Luis (PSC)

O Partido Social Cristão (PSC), de Cumaru do Norte, deve lançar como candidato a prefeito o vereador José Luiz Soares, conhecido como Zé Luis da Saúde.

Desde que assumiu a secretaria de saúde de Cumaru do Norte, Zé Luiz realiza um trabalho louvável merecedor de elogios, inclusive, de opositores ao governo municipal.

Inevitavelmente, com o resultado de seu trabalho junto à secretaria de saúde, Zé Luis passou a despontar como um forte pré-candidato ao cargo majoritário para as Eleições 2012, já contando, inclusive, com o apoio de lideranças locais e regionais em prol de sua candidatura.

Com as articulações políticas realizadas até a presente data, Zé Luis já conta com o apoio de quatro siglas partidárias, sem contar com o PSC, seu partido.

Assim, se as eleições fossem hoje, Zé Luis já estaria com o apoio de 5 (cinco) partidos políticos para distribuir seus aliados e pré-candidatos. É um bom começo.