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Pará/Brasil

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Redenção: contagem regressiva para a felicidade...


Administração modelo da Amazônia na velocidade turbo
Pois bem, é fato que a Cidade de Redenção está passando por uma lacuna administrativa até o fim de 2012. A Cidade ainda não fechou a porta e apagou a luz porque a sociedade local é guerreira e ergue este Município na raça.
Quando olhamos os avanços, mesmo que pequenos, em algumas cidades vizinhas, nos perguntamos: e nós? por que não podemos?
Apenas para efeito de uma simples comparação, apresentamos abaixo alguns convênios celebrados por cidades vizinhas junto ao Governo Federal. Estes recursos, se aplicados corretamente, irão possibilitar uma importante melhoria para a sociedade local e a administração municipal estará cumprindo, ao menos em parte, sua função.
Por certo, todos os prefeitos que assumiram o mandato em 2008 herdaram uma administração deficitária das mãos do gestor anterior, sendo este, aliado ou adversário político. Esta afirmação se dá pelo simples fato de não haver nenhum prefeito no Brasil que declare que o recurso que possui em caixa é suficiente para suas demandas.
Além dos recursos, a inexistência de pendências jurídicas é outra questão a ser destacada. Dificilmente um gestor, ao assumir seu mandato, encontrará uma administração juridicamente redonda, perfeita. O sistema não permite. A cultura da burocracia brasileira tem raízes profundas e coloniais.
Aliás, uma das coisas mais elementares que se espera de um gestor eleito é justamente sua capacidade de resolver os problemas existentes, pois se for para ficar chorando durante todo o mandato alegando que nada consegue fazer porque as coisas não estão perfeitinhas, então é melhor pedir pra sair. Chorar não adianta nada. É preciso mostrar competência.
Vejamos abaixo alguns municípios próximos de Redenção que deram aulas administrativas de como resolver os problemas existentes e superaram os contratempos com trabalho e competência, sem choro.












Fonte: CGU

Enquanto isso, Redenção apenas vê o bonde passar. Uma pena.

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