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Pará/Brasil

sábado, 21 de junho de 2014

Pará, meu Pará, como te quero bem....



A eleição que se aproxima poderia ser apenas mais uma entre tantas outras que virão. Os novos-velhos governantes que assumirão ou continuarão (ou vice-versa) no poder já são figuras carimbadas do eleitorado paraense. Mas esta postagem não tratará de personagens específicos que disputarão mandatos no dia 5 de outubro próximo.

O Café queria apenas externar a cada cidadão paraense, seja político, empresário, estudante, jornalista, blogueiros, dona de casa, enfim, todos aqueles que constroem diariamente este gigante chamado Pará, para olhar com carinho as coisas belas que este Estado tem a oferecer a todos seus filhos, sejam os que aqui nasceram, sejam os que fizeram desta terra a sua morada, mesmo que provisória.

Para o mundo, o Brasil não quer mais ser o país do futuro, mas sim o país do presente. Em relação ao Brasil, o Estado do Pará não pode mais ser visto como um simples produtor de matérias primas, abençoado com belezas naturais e com onças pintadas andando pelas principais avenidas das cidades. Basta!

O paraense, aquele que faz o Pará diariamente, precisa respeitar este Estado. Respeitar este Estado significa respeitar, principalmente, seu povo, suas crianças, seus jovens e idosos. Respeitar este Estado significa dar a atenção devida para esta e futuras gerações, investindo com seriedade na educação e saúde do povo. Isso não é favor, é obrigação de cada um de nós.

Os governantes que hoje se encontram no poder precisam entender que não são donos deste poder, pois “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”, conforme Parágrafo único, do art. 1º, da Constituição Federal.

E todos aqueles que alcançarem o poder a partir de 5 de outubro precisam entender a mesmíssima coisa, pois assim como entraram podem sair. Não tem mais cabimento aceitar velhas práticas de certos mandatários.

A Constituição Federal citada acima, por sinal, fora conquistada a com muita luta, muito sangue e muitas vidas, o que demonstra que o povo brasileiro, incluindo o paraense, sabe falar alto quando precisa. É bom que fiquem atentos.

O povo paraense não quer mais ser o Estado do futuro, quer ser o Estado do presente! O Estado que investe o que é do povo no povo e para o povo.
Por certo, temos muito a amadurecer politicamente, mas também é certo que já tivemos melhorias. Mas não é suficiente, não mesmo.

O Café anexa à postagem, a belíssimo música do Mosaico de Havena, denominada “Belém, Pará, Brasil”, uma espécie de hino alternativo do Pará, que fez muito sucesso nos anos 90.

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