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Pará/Brasil

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Coisas da política....

Mário Moreira (PSDB), ex-diretor da Adepará (onde fez um trabalho de destaque liderando a árdua e bem sucedida missão dos servidores da agência em deixar o Pará livre da febre aftosa) e primeiro suplente de deputado federal do PSDB, desbancando antigas lideranças políticas tucanas, surpreendentemente, ainda não foi nomeado pelo governador Jatene (PSDB). Mário mostrou ser bom adminstrador e bom de voto, além de ter sido uma das principais lideranças políticas a defender a candidatura de Simão Jatene no sul do Pará, ao lado do candidato a vice-governador, Zequinha Marinho (PSC), que também pertence ao mesmo reduto político-eleitoral de Moreira. Reduto este, diga-se de passagem, completamente dominado por defensores da candidatura de Helder Barbalho (PMDB).



Helder Barbalho perdeu, mas levou. Ou melhor, foi empossado, empossado como novo ministro da Pesca pela presidente Dilma Rousseff (PT). Alguns falam em prêmio de consolo por ter perdido a disputa eleitoral, outros falam em prestígio político do pai, Jader Barbalho, um dos principais líderes do PMDB no Congresso. Independente do motivo, o certo é que o herdeiro pmdbista estadual terá destaque nacional e deve ganhar ainda mais gás para continuar pavimentando sua candidatura, agora com vistas às eleições 2018. Mas convenhamos, a nomeação de Helder justo para o ministério da Pesca pareceu algo articulado, ironicamente, entre a presidente Dilma e o governador Simão Jatene, pois foi justamente sobre o hábito de pescar do governador Jatene que parte dos simpatizantes de Helder dedicavam suas chacotas, tentando debitar na conta do candidato tucano a fama de um, digamos, senhor exausto que não mais tinha condições de governar, apenas pescar. No final, todos saíram bem em suas pescarias. Boa sorte aos dois, Helder e Jatene, em suas respectivas missões.



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