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Pará/Brasil

sábado, 26 de março de 2016

A delação da Odebrecht: quem sobrará para contar a história? (parte I)



Lula e o PT, para alcançar o poder em 2002, precisaram mudar o velho discurso radical e mostrar aos possíveis aliados que sabiam sim “jogar o jogo” e as experiências em algumas prefeituras (ex: Santo André) lhe habilitavam para sentar-se à mesa.

Após a vitória, os acordos foram devidamente “honrados” e iniciou naquele momento um fenômeno, nunca antes visto na história deste país, um modelo sistêmico de corrupção tão bem orquestrado e tão ramificado que, pelo que se vê nas divulgações das investigações, o ilícito virou prática comum e o lícito virou exceção, ou seja, em último caso, se tudo der errado, faz-se o correto, nos termos da lei.




  

Lula montou o sistema e repassou à Dilma, mas o vampirismo petista não teria como perdurar por tanto tempo sem quebrar o país, o sistema era (e ainda é) extremamente maléfico, irracional e desumano.

Definitivamente, não há mal que dure para sempre. O projeto de poder de Lula e do PT foi construído sobre areia movediça e está desmoronando a cada dia, delação após delação. As provas são cada vez mais contundentes. A estratégia do “eu não sabia” não cabe mais e ninguém tem mais interesse em fazer de conta que acredita nessa historinha pra boi dormir.

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